26 of agosto de 2009

boo-box – Fazendo do conteúdo uma oportunidade e da publicidade um serviço

Institucional, Notícias Postado por

O fortalecimento dos mercados de nicho em relação aos hits e blockbusters se tornou um fato bastante popular dentro do mercado de publicidade online, principalmente devido ao sucesso do livro “A Cauda Longa” de Chris Anderson, publicado em 2006.

Em linhas gerais Chris Anderson analisa dados estatísticos que comprovam uma mudança na distribuição das vendas online, que começaram a migrar dos grandes blockbusters para produtos mais segmentados.

Essa diversificação no consumo tem como principal causa a oferta de um maior número de produtos pelos e-commerces, que graças às suas prateleiras “infinitas” puderam oferecer um leque de opções muito mais amplo ao consusmidor.

O consumidor passou a ter a  liberdade de escolher produtos cada vez menos massificados, que atendessem ao seus gostos individuais.

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Esse fenômeno tem impactado não só o consumo de produtos ou serviços, mas principalmente o consumo de mídia. Graças às ferramentas de produção de conteúdo cada vez mais acessíveis e o fenômeno do “user generated content”, a oferta de conteúdo online cresce vertiginosamente e a audiência online tem a possibilidade de escolher as informações e os canais de mídia que irá acompanhar conforme suas demanadas pessoais.

“O número de brasileiros que acessam blogs cresceu a uma taxa superior a da expansão da internet em 2008, de acordo com dados do Ibope/Netratings. Em dezembro de 2008, 11,6 milhões de pessoas acessaram blogs contra 9,5 milhões de brasileiros de dezembro de 2007, um crescimento de 22,1%.

Neste mesmo período, o número de pessoas que acessam a internet de suas residências cresceu 14,5%, passando de 21,4 milhões de internautas para 24,5 milhões em dezembro de 2008. O melhor mês para a blogosfera brasileira em 2008, segundo o Ibope/Netratings, foi em novembro, quando 12,4 milhões de pessoas acessaram blogs. Na ocasião, o número representou 51% da base de internautas que navegam na web de suas casas.” Fonte: IDG Now

Enquanto de um lado temos produtos e e-commerces tendo que se adaptar à nova realidade dos mercados de nicho, do outro temos um público consumindo conteúdo cada vez mais segmentado. É como uma ponte entre essas duas demanas que surge a boo-box, exibindo campanhas e produtos segmentados de forma totalmente contextualizada.

A contextualização boo-box se sutenta sob três pilares: preferências do publisher, análise semântica do conteúdo e análise do perfil da audiência.

context

Análise Semântica do Conteúdo: A análise semântica de conteúdo foi desenvolvida em parceria com a Popego,  startup argentina que foi uma das finalistas no TechCrunch 50.  Através dessa análise nós categorizamos os sites da rede boo-box em segmentos pré-definidos, possibilitando que nosso sistema associe sites e campanhas automáticamente.

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Preferências do Publisher: Todas as tags associadas ao conteúdo e às vitrines podem ser alteradas pelo publisher a qualquer momento, que escolhe tanto os produtos que ele deseja que sejam exibidos, como bloqueia certas  tags. Fora isso os publishers na boo-box têm sempre a opção de deixar de participar de campanhas específicas, mesmo após serem associados a elas. Para isso basta clicar no botão “Sair da campanha” em seu painel.

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Análise do Perfil da Audiência: O terceiro e último pilar que apóia a contextualização boo-box é a análise de perfil da audiência, que se dá principalmente através de estudos de hábitos de navegação. Esse trabalho está sendo desenvolvido junto à Navegg.

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A boo-box mantém um esforço contínuo de inovação com foco em uma melhor contextualização, que seja a mais assertiva possível, para que a publicidade realmente possa complementar  o conteúdo.